terça-feira, 19 de outubro de 2010

Dando uma de poeta


Segue um texto que eu escrevi a uns meses atrás quando me bateu uma inspiração:


Eu vou ter que ser feliz

Mesmo que eu tenha que acordar cedo

e pegar ônibus com medo

de perder o emprego

e não ter o sossego

que eu tanto quero

quando chega o final de semana

pra fazer o que eu quero

e ver aqueles que eu espero

e me fazem continuar

na minha caminhada diária

Eu vou ter que ser feliz

mesmo quando o coração apertar

por não ter ao lado

aquele menino amado

que eu sempre quis

e um dia, talvez, encontrarei

alguém que me queira

e também me diga

finalmente achei você

que me completa e a tanto a mim espera

Eu vou ter que ser feliz

mesmo quando o dinheiro falte

mesmo que o salário seja pouco

e eu esteja cansada

mas vou tirar forças

vou ter fé

e vou mudar

pra felicidade alcançar

e terminar mais um dia

acreditando que tudo é um processo

pra eu chegar aonde sonhei

chegar


rsrsrsr



quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Tô acabada, mas tô feliz

Fonte: viacomercial.com.br

"Ai! Tô acabada, mas tô feliz" foi com essa frase que sai do estádio do Morumbi no dia 6/2 logo depois de ter assistido o show de uma das maiores divas da música pop atual: Beyonce, e de uma grande cantora brasileira Ivete Sangalo.

Eu adoro ir para as baladas, não importa aonde e dependendo quando pode me convidar que dificilmente eu vou recusar sair pra me divertir. E quando esse convite trata-se de um show, melhor ainda, aí que eu vou mesmo, dependendo do estilo musical é claro!

Diferente dos outros grandes shows internacionais que já fui, este foi o que mais amigos me acompanharam, 5 no total. Chegamos em frente ao estádio as 16hs com aquele calor todo do verão. Porém, como moro em São Paulo, bem sabia que o tempo não ia perdoar e logo começou a chover.Primeiro ela veio calminha, suportável até para aquelas capas de chuva de plástico de 5 reais que eu acho um roubo por sinal. Logo não demorou para cair a tempestade. Até tentamos nos proteger mas vimos que não tinha jeito e nos jogamos no temporal com direito até granizo na cabeça do jeitinho que paulistano é acostumado. O bom é que conseguimos bons lugares pra assistir o show. Incrivel! Podia chover canivete que o povo não arredava o pé do lugar. Por falar nisto, o setor que ficamos foi a pista comum que eu adoro, melhor só se fosse a vip, mas ai eu não tinha 600 reais pra pagar dessa vez.

Após a chuva ter passado e bem posicionados esperamos em torno de 1 a 2 horas até o show de abertura da Ivete, e, quando ela entrou o Morumbi foi abaixo. Ela cantou desde as músicas dela mais famosas até as mais recentes que eu por sinal não conhecia uma. Não estudei Ivete antes de ir pro show.

Mas quando a Beyoncé entrou no palco que o chão levantou poeira, melhor dizendo, água. Depois de uma espera de quase 2 horas a diva começou a cantar. Foi muita emoção! Eu não cantava, eu gritava as músicas dela, nestas horas todas as músicas do artista são suas músicas favoritas.

Dois foram os momentos que mais me emocionaram: o primeiro quando no meio de uma das suas músicas ela cantou um antigo sucesso da Alanis Morissette, "You oughta Know". Muita gente que estava ali não conhecia esta música, mas o fato dela prestar essa homenagem a uma das maiores cantoras dos anos 90 é ótimo. E o outro momento foi quando ela apontava para as pessoas da platéia e dizia que as via dizendo " eu vejo você de camisa amarela", "eu vejo você de bandana na cabeça", isso é muito caloroso vindo de um artista internacional, muito simpático da parte dela. Mas o que mais comoveu o público em geral foi ela cantando Ave Maria e homenageando o Michael Jackson, sem comentários, perfeito.

Ao fim do show saimos com aquela sensação de conseguimos, estávamos lá, e, acredito que muitos sairam com essa sensação também. No outro dia, uma das minhas amigas que foi perguntou se eu havia conseguido acordar do sonho, para mim não foi um sonho mas com certeza foi um show que me marcou muito. Antes durante e depois. Ver a alegria no rosto das pessoas que estavam lá também me fez feliz e me faz ter a certeza que os Red Hot Chilli Peppers estavam certos quando dizem que a música é o grande comunicador.

Resultados do show da Beyoncé

Primeiro show internacional do ano ( que venham mais!);
Décimo show internacional da minha vida!
Segundo grande banho de chuva do ano ( o primeiro foi na própria virada em Ubatuba!);
200 reais a menos no banco;
Ter que sobreviver com 9 reais no bolso até o próximo pagamento;
Abrir mão de muitas coisas mas viver mais um momento maravilhoso. Não tem preço!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Meu primeiro Renew

Fonte: Internet

Eu adoro lembrar os momentos " a primeira vez que" da minha vida, como a primeira vez que eu fui a escolinha no pré, a primeira vez que eu andei de bicicleta, a primeira vez que eu beijei, a primeira vez que eu transei (este eu só penso fora do horário de trabalho para não desconcentrar), mas tem uma primeira vez que eu acho que no futuro não vou ficar tão feliz ao me lembrar: a primeira vez que eu comprei um produto da linha Renew.

Pra quem não sabe, neste caso, acredito que a maioria masculina não saiba, Renew é uma linha de cosméticos da Avon de tratamento anti-idade, ou seja, quando as nossas "amiguinhas" rugas dão o ar de sua graça, lá vamos nós e compramos cremes para fazer elas desaparecem o mais rápido possível. No meu caso, como só tenho 26 aninhos ainda elas não vieram e por isso que desde já estou me previnindo desse mal com um gelzinho básico.

O que me faz pensar como nós mulheres desde cedo já temos que ter essas preocupações com cremes. Isso porque desde adolescência aparecem aquelas espinhas horrorosas que nos fazem querem ficar uma semana em casa, até ela ir embora, depois quando vamos ficando mais velhas temos que cuidar da pele pra não ficarmos com manchas e quando estamos mulheres independentes, maduras, vem as benditas rugas nos atazanar. Como sofremos!

O bom é que existem tratamentos para tudo quanto é tipo de problemas, com os nomes mais dificeis possíveis: eletrolifting, microdermoabrasão, DMAE???, vinhoterapia??? Apesar que o que importa não é o nome e sim se você pode fazer e manter estes tratamentos, sempre digo aos meus amigos que o problema não é fazer e sim manter, ensinamento básico.

Por isso estou começando devagar. Comprando uma creme esse mês, outro creme no outro, no final do ano arrisco um lifting ou drenagem linfática, até mesmo porque acho que ando bem no quesito pele, a anos que não tenho uma espinha e graças a Deus existem produtos com preços acessíveis que tratam muito bem a nossa pele.

Um dia quero ser igual a Marília Gabriela que tem uma infinidade de cremes, nacionais e importados, pra todas as partes do corpo, e quando estiver em casa sem fazer nada os jogo em cima da cama e fico namorando eles, e quem sabe, se até lá não tiver encontrado meu príncipe consiga um Reinaldo Gianechinni pra mim. Por enquanto, com licença, vou continuar folheando minha revista Avon, tem promoções ótimas este mês!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Endividada


Fonte: Internet.

Eu tenho um caderno que sempre quando eu o abro me dá uma dorzinha de cabeça. O quê? Tá achando estranho que ao abrir um caderno sinta-se uma dor de cabeça? É porque neste caderno contém todas as minhas dívidas, ou, pra dizer mais formalmente, minhas contas a pagar.

Eu nunca liguei pra esse lance de nome sujo ou nome limpo, simplesmente fui levando a vida, comprando as coisas quando dava, quando não dava parcelava e com um monte de parcelas se acumulando não pude parcelar mais e percebi que meu nome na praça estava mais sujo que pau de galinheiro, então resolvi tomar vergonha na cara e começar a pagar minhas contas. Logo desde Outubro de 2008 vivo em função de pagar minhas contas passadas.

A grande merda se deu quando eu fiz minha primeira conta bancária, o gerente, muito esperto, me ofereceu mil serviços, com mil benefícios, incluindo uma folhinha muito especial chamada cheque. Essa folhinha é maravilhosa. Com ela fui feliz durante um bom tempo até resolverem tirá-la de mim só por que fiquei sem pagar 13 delas. Que mundo injusto!

Logo, não satisfeita, viciei em boletos bancários, carnês e quando não tinha mais crédito nenhum apelei para as notas promissórias, que, com esse meu histórico, nínguem quis me dar, só o dono do chalé de Ilha Bela, que por sinal, ainda não paguei.

Sei dizer que hoje sou uma pessoa consciente e recuperada. Todo o mês listo minhas dívidas e faço de tudo para quitá-las em dia, a não ser este mês que apareceu o show da Beyoncé pra ir e eu tive que sacrificar algumas. Li numa matéria da Folha de São Paulo que isso chama-se "compra emocional", no meu caso, não é tão emocional pois não tenho 200 reais todo o mês pra oferecer as minhas emoções.


Essa matéria é bem interessante (http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u682824.shtml). Dá várias dicas de especialistas em como economizar e evitaras dívidas, fiquei feliz porque a primeira dica que a matéria lista é fazer uma planilha com todas as despesas do mês, o que eu já faço, ou seja, estou no caminho certo. Daqui alguns meses poderei cantar alegremente que" a minha felicidade é um crediário nas Casas Bahia".

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

No leste extremo de São Paulo


Um dos maiores sonhos da minha vida é morar no Centro de São Paulo. Não no Centro antigo, Praça da Sé, nas barões, mas sim na região da Santa Cecília, Bela Cintra, até mais próximo da Barra Funda já estava bom. Mas Deus não quis que eu morasse no Centro, mas sim na Zona Leste.

Eu adoro a Zona Leste. Adoro ir nos shoppings Tatuapé e Aricanduva, ir nos barzinhos próximos a Praça Silvio Romero, ir no Parque do Carmo, Sesc Itaquera, lugares que eu cresci vendo a sua evolução, e como tudo evolui, hoje os lugares que eu mais gosto de frequentar não estão lá, estão sempre do lado oposto aonde eu vivo, o que me faz ficar muito estressada quando o assunto é ir a esses lugares.

E eu sei que essa não é uma irritação só minha, mas sim de todos que moram, por exemplo, no bairro onde eu moro, Cidade Tiradentes.

Cidade Tiradentes é um bairro que não só fica na zona leste, mas sim no extremo leste da cidade. Que palavra forte não? EXTREMO. Ou seja, quase saindo, quase no fim, ta certo que quem vai lá a primeira vez já chama o lugar de fim do mundo.
Lá temos 2 terminais de ônibus, 2 grandes supermercados, 1 Casas Bahia, 1 Marabrás, 1grande hospital, mas não temos bancos! Eu acho um absurdo um bairro não ter banco, deve ser pela criminalidade já que o bairro é visto como uma periferia de alto risco e ninguém quer perder dinheiro hoje em dia.

O bairro também é chamado CT, cohab dormitório ou Cidade de Deus, isso mesmo, referência ao filme que até alguns anos atrás as mesmas coisas que aconteciam no filme eram vistas por muitos moradores de lá.

Eu moro em um sub-bairro, se é que isso existe, dentro da CT, a Cohab Castro Alves. Lá antigamente as ruas tinhas como nomes números, eu morava na rua 19, em frente a rua 1, na qual atrás tinha a 18. Porém em homenagem ao escritor Castro Alves os nomes das ruas passaram a ser trechos de suas poesias, logo passei a morar na Rua Coração de Maçã, mas também existe a rua Contos de Areia, Milagre dos Peixes e a que eu mais gosto rua Areia da Ampulheta.

Ficamos a 23,6 KM da Praça da Sé, em minutos isso dá 50 minutos, se tiver congestionamento torna-se 1h20, se você for de onibus e metro 1h30 e se você só for de ônibus, dorme por que a viagem é longa, amigos meus que se arriscaram a ir só de onibus em casa nunca mais voltaram, logo considerei que eles não são tão amigos assim porque amigo de verdade é aquele que te acompanha pra qualquer lugar, mesmo que você more no extremo.

Apesar dos pesares é um bom bairro, as pessoas são humildes, gente trabalhadora, que acorda as 4 da manhã pra chegar na fila do ônibus as 5 e pega-lo apenas as 5h30 pois querem ir sentadas até o trabalho pois quem mora em São Paulo sabe que não é fácil enfrentar a Radial Leste em horário de pico, ainda mais em pé no ônibus. Por falar nisso, essa minha rotina começa amanhã, volto de férias do trabalho e terei de enfrentar esses 23,6 KM da minha casa até a Praça da Sé e a opção que escolhi é ir só de ônibus mesmo pois o dinheiro acabou e tenho que economizar até cair minha próxima grana de condução. Mas ainda vou morar no Centro!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Um dia das minhas férias...


Eu adoro pegar férias do trabalho em Janeiro. Não bem em Janeiro, mas antes do Natal até o meio de Janeiro. Tem gente que detesta por que acha que perde os feriados de final de ano e acaba não compensando pois esta todo mundo em casa junto com você. Eu não acho, é até melhor pois assim vc foca sua correria de final de ano só nas festas de final de ano, e não fica reclamando de quem não tem tempo de nada. Sem contar que essa história de ficar reclamando que não tem tempo eu acho uma besteira porque eu como uma boa paulistana adoro estas correrias. E por isso que eu aproveito bem minhas férias, como agora, pra não fazer nada.


Hoje foi uma quarta bem diferente das que virão até as minhas próximas férias. Levei meu primo de 11 anos ao zoológico. Foi bem divertido. Apesar do onibus ter quebrado bem na ida, deixando uma sensação de " Ai Meu Deus, o dia começou bem". Quando cheguei lá, fiquei impressionada com a diversidade da fauna e de ver animais que você não vê sempre como girafa, que eu mais gostei de ver, o elefante, onças, tigres, leões. Você se encanta tanto quanto as crianças. E por falar em crianças, haviam muitas. Não haviam adultos sem crianças. Mas o grupo que mais me chamou atenção foi um grupo de crianças japonesas ou chinesas de uma igreja que agora eu não lembro o nome. Antes de lanchar elas cantaram "Thank you, Father" e o lanche delas não era comum mas sim sushi feito em casa e servido nos pratinhos com direito a hachi. E eu que pensei que eu era light fazendo meu primo comer panetone ao invés dos salgados gordurosos vendidos lá...rs


Vimos tudo que tinhamos direito e eu voltei cansada, mas com o sentimento de que o dia rendeu, afinal morando no extremo leste de São Paulo e tendo que ir ao extremo sul, saindo de casa as 8 horas da manhã, eu tinha que fazer o dia render. O que é muito melhor do que ficar presa em um escritório das 8 as 18hs, mas C'est la vie, por enquanto agradeço a Deus por esta prisão que me proporciona dias assim, estranho isso não? rs.


quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Vamos que vamos que não pode parar!

Hoje eu estava pensando em voltar a escrever em algum diário novamente, mas ai eu pensei bem e conclui pra que voltar a escrever em um díario que é algo tão fechado, posso escrever em qualquer lugar, o importante é escrever. Estava lembrando quando eu era adolescente e escrevia em agendas, cadernos personalizados e o legal daquilo era porque o que eu escrevia era segredo, mas hoje eu já não ligo mais pra isso e mesmo que ninguém leia ou muitas pessoas leiam o que eu escrevo não me importa. O mais importante é eu me sentir bem escrevendo e colocar pra fora as coisas que eu estou sentindo.
Bem, o ano começou estranho pra mim, esse é um dos anos que eu não só me planejei até a metade dele. No segundo semestre eu não faço a menor idéia do que eu vou fazer, além de continuar pagando contas, isso eu tenho certeza que vou fazer durante todo o ano, já q vou demorar mais esse ano pra limpar meu nome.
O bom é que o ano passado terminou bem, ganhei meu note, entrei de férias, curti o Natal com a minha família e o Ano Novo com os amigos em Ubatuba. Usei calcinha verde na noite de ano novo pra ter muita saúde e esperança em 2010 e abracei o meu amigo pra que não faltem homens neste ano mas o que eu quero de verdade é um namorado. Já tenho 26 anos e nunca namorei, alguém já passou por isso? De qlq forma, ainda espero meu principe e admito, EU ACREDITO EM PRINCIPES...rs
Fui na missa na segunda, agradecer por um ótimo final e começo de ano q tive e vamos que vamos que não pode parar! Ainda tem muita coisa boa pra acontecer esse ano e eu não quero perder nada que Deus colocar no meu caminho certo!?